Ocorre em Abrantes nos dias 1, 2, 3 e 7 de
outubro, no Cineteatro S.Pedro, o III festival MUSICAM, organizado pelas
Associação "Envolve" e pela Associação Cultural "Jazzores", contando também com a
cooperação da Câmara Municipal de Abrantes.

No
primeiro dia, por volta das 17 horas, as atenções foram viradas para as
crianças e jovens, com um workshop de guitarra. Às 21 e 30 o festival foi
presenteado com a estreia do monólogo "Elogio da Desordem", da
pianista Joana Sá. No Dia 2, o evento
contou com o concerto dos SURMA, pelas 21 e 30, seguido pelos TIME SHIFTER, sem
deixar de referir que no final dos espetáculos, ás 23 horas, está aberta ao
público a exposição de fotografias “Quotidiano”. com alguns dos músicos
promissores na área do jazz.
A iniciativa MUSICAM, surgiu incorporada ao
evento jazzores, na ilha São Miguel, na
cidade de Ponta Delgada. Em 2010, tornou-se possível transitar o evento para o
Continente, graças ao apoio de vários
músicos de uma esfera interncional, com um grande impacto no mundo criativo.
Apesar de ser o III MUSICAM em Abrantes, o
festival Jazzores já teve 14 edições desde 1999, no entanto, segundo um dos
membros da Associação "Envolve", Nuuno Kunga, “o objetivo principal é conseguir que para o
ano, o evento decorra com a estrutura que tinhamos planeado em 2010, que é unir
Açores e Abrantes. Provocar aquilo que chamamos de plano de turismo cultural”.
Abrantes é uma cidade onde este género de música ainda está a chegar. “ao contrário de torres novas onde existe cm alguma assiduidade” portanto este evento visa a “formação de públicos para este género de música”, de modo a torná-la parte integrante da cultura. Segundo Nuuno kunga, encontram-se “numa fase de educar o público para que adequiram este género como forma de critica, ou seja, não tem a ver se eu gosto ou não gosto, mas sim, eu oiço eu sinto”.
Abrantes é uma cidade onde este género de música ainda está a chegar. “ao contrário de torres novas onde existe cm alguma assiduidade” portanto este evento visa a “formação de públicos para este género de música”, de modo a torná-la parte integrante da cultura. Segundo Nuuno kunga, encontram-se “numa fase de educar o público para que adequiram este género como forma de critica, ou seja, não tem a ver se eu gosto ou não gosto, mas sim, eu oiço eu sinto”.
O festival não contou com um
grande número de pessoas, visto que é um género de música ainda em ascensão em Abrantes, porém, “das poucas pessoas que assistiram tivemos um feedback muito positivo” -
afirmou Kunga.
Dia 7, será um dos concertos mais esperados, pois conta com a participação de dois intérpretes de escala mundial. Segundo Kunga, nesse dia será
possível fazer uma melhor reflexão do grau de participação do povo abrantino, pois Nuno sente que “estamos a meio caminho para poder encontrar uma sala com
100 espectadores ou 150. Isso para nós
ja era um luxo”.
Patrícia Tavares
Crédito das fotos: Patrícia Tavares
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