“Este livro é
para mim uma espécie de filho”
A escritora Joana Ramos, foi a convidada pela Biblioteca Municipal António Botto, para a sessão "A Biblioteca ao Sábado”, no passado dia 10 de outubro.
A escritora apresentou o seu primeiro livro, “Não é Justo, Alice!”, que contou com a participação da ilustradora Joana Raimundo.
Segundo Joana Ramos, “a moral desta obra é algo comum nos livros infantis. Prende-se com a justiça e a amizade entre irmãos. No fundo, o que se pretende é que as crianças se revejam numa situação semelhante e optem pelo valor da verdade, ainda que daí possam advir consequências”.
“O público-alvo encontra-se entre os 3 os 7/8 anos, mas creio que história é transversal a todas as idades. Muitos adultos se reveem nela enquanto pais. A justiça é um conceito intemporal”, afirmou a escritora.
“Este livro é para mim uma espécie de filho. Fi-lo, vi-o nascer, escolhi a ilustradora, a talentosa Joana Raimundo, em conjunto com a Edições Escafandro, que foi fundamental para resultado final. Acompanhei o processo de revisão e tive sempre muito envolvimento”, disse a autora.
“A história foi escrita para os meus filhos e durante muito tempo foi só isso mesmo. A certa altura a editora encontrou algum potencial nela e desafiou-me a fazer o livro. A intenção inicial não foi essa”, acrescentou Joana.
Quanto a projetos futuros a escritora adiantou “tenho algumas histórias infantis na gaveta e além disso tenho um site prestes a lançar, relacionado com educação.”
“Não é Justo, Alice!”, é uma obra recomendada pelo Instituto de Estimulação do potencial Humano.
Patrícia Tavares
Créditos fotos: Camâra Municipal de Abrantes
A escritora apresentou o seu primeiro livro, “Não é Justo, Alice!”, que contou com a participação da ilustradora Joana Raimundo.
Segundo Joana Ramos, “a moral desta obra é algo comum nos livros infantis. Prende-se com a justiça e a amizade entre irmãos. No fundo, o que se pretende é que as crianças se revejam numa situação semelhante e optem pelo valor da verdade, ainda que daí possam advir consequências”.
“O público-alvo encontra-se entre os 3 os 7/8 anos, mas creio que história é transversal a todas as idades. Muitos adultos se reveem nela enquanto pais. A justiça é um conceito intemporal”, afirmou a escritora.
“Este livro é para mim uma espécie de filho. Fi-lo, vi-o nascer, escolhi a ilustradora, a talentosa Joana Raimundo, em conjunto com a Edições Escafandro, que foi fundamental para resultado final. Acompanhei o processo de revisão e tive sempre muito envolvimento”, disse a autora.“A história foi escrita para os meus filhos e durante muito tempo foi só isso mesmo. A certa altura a editora encontrou algum potencial nela e desafiou-me a fazer o livro. A intenção inicial não foi essa”, acrescentou Joana.
Quanto a projetos futuros a escritora adiantou “tenho algumas histórias infantis na gaveta e além disso tenho um site prestes a lançar, relacionado com educação.”
“Não é Justo, Alice!”, é uma obra recomendada pelo Instituto de Estimulação do potencial Humano.
Patrícia Tavares
Créditos fotos: Camâra Municipal de Abrantes

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